PSD entende que devolução de IRS pela CMF podia ter ido mais longe

Na última reunião camarária antes do Natal, a vereação social-democrata eleita à CMF relembrou algumas das propostas “que teriam feito toda a diferença na vida dos Munícipes, caso aprovadas”, sublinhando que, pese embora as diferenças político-partidárias, tem de haver, em 2021, outra capacidade de olhar para o bem comum e de responder ao que a população mais precisa.

“Os tempos são difíceis e, por isso mesmo, é preciso união e capacidade de olhar o futuro em nome do bem comum e, não, apenas do ponto de vista político e partidário” afirmou, hoje, a vereadora Nadina Mota, no final de uma reunião camarária que ficou marcada pela reafirmação das várias propostas que o PSD apresentou, ao Executivo e ao longo deste ano, a favor das famílias e empresas do Funchal afectadas pela pandemia COVID-19.

Propostas essas que, tendo sido consecutivamente chumbadas, teriam, no entender da social-democrata, “feito toda a diferença.

Nadina Mota recordou as propostas de isenção que foram defendidas pelo PSD, assim como, também, outros apoios sociais e económicos, fez questão de frisar, apenas a título de exemplo, que, em termos de devolução do IRS, a Câmara Municipal do Funchal podia e tinha todas as condições para ter ido mais longe e que essa teria sido uma das várias formas de apoiar as famílias funchalenses.

“Todos temos o dever de nos preocupar com os funchalenses e com o futuro desta cidade e reiteramos, nesta oportunidade, que o PSD continuará, em 2021, a apresentar soluções, a exigir outra responsabilidade e sensibilidade ao Executivo e, acima de tudo, a assumir-se como alternativa em nome do bem comum em que acreditamos”, disse, ainda, a vereadora.

No fim da reunião, os social-democratas deixaram votos de Boas Festas a todos os Munícipes, solidarizando-se, nesta época, com aqueles que enfrentam mais dificuldades.