Vítima mortal da tragédia de ontem chamava-se Carlos, trabalhava como cozinheiro e foi abatido à queima-roupa

Tem sido amplamente divulgada nas redes sociais, já tendo também sido noticiada por diversos órgãos de comunicação social, a identidade do homem assassinado ontem a tiros, numa acção perpetrada aparentemente a sangue frio e à queima-roupa, num restaurante da Rua das Hortas, no centro do Funchal. Trata-se de um cidadão originário de África mas há anos residente na Madeira, Carlos, de alcunha “Carlão”, engenheiro agrícola de formação mas que trabalhava na Região como cozinheiro. Os comentários de quem o conhecia convergem em lamentar a triste ocorrência (que aparentemente foi por um motivo fútil, nomeadamente quem pagava a conta de uma refeição) e de surpresa, pois a vítima mortal era tida como um homem afável, simpático e mesmo culto. Exigem, por outro lado, que se apure o porquê deste homicídio e que se faça justiça.

Segundo testemunhas oculares narraram a vários jornalistas, o agressor, que também estava a conviver no restaurante, ter-se-á deslocado ao automóvel, tendo levado um revólver, regressado ao local e disparado à queima-roupa contra Carlão, que estava a acabar a refeição e se preparava para deixar o local. Um outro homem foi também atingido numa perna. À TVI e à CMTV, testemunhas disseram horrorizadas com o que aconteceu, considerando incompreensível a acção do alegado homicida.