PPM mostra-se preocupado com a situação dos pescadores

O PPM Madeira reuniu-se com pescadores e armadores na lota do Funchal, para ouvir as suas preocupações e queixas! “Saímos para o mar dez dias e temos que ficar outros dez dias em casa”, reclamam. “Se o mar não nos der hipótese, já não podemos sair de terra, mas os pescadores têm que receber os seus salários”, apontam ainda.
Outra das queixas foi também o preço pago pelo pescado, como por exemplo a venda do peixe espada preto não ultrapassa os 2,70€. Por vezes o engodo (isco) fica mais caro que o próprio peixe, alegam.
Outra das reclamações que o PPM ouviu tem também a ver com o tempo que levam para receber o dinheiro do pescado, que chega a demorar dois meses, o que é insuportável para manter uma embarcação e funcionários.
“Prometeram subsídios em Março e já estamos em Novembro e ainda não chegou nada!”, foi também outra das queixas, narra o dirigente Paulo Brito.
Perante estas situações, o PPM Madeira mostra-se seriamente preocupado com a pesca tradicional e se nada for feito são várias famílias que irão em breve ficar sem sustento, alega.