Francisco Franco esclareceu alunos sobre “Cidadania Europeia – a resposta europeia à COVID-19 e as prioridades da Comissão Europeia para 2019-2024”

Teve lugar esta semana (dia 5 de novembro), pelas 14:00h, na Sala de Sessões da Escola Secundária de Francisco Franco, uma Palestra/Sessão informativa subordinada ao tema a “Cidadania Europeia – a resposta europeia à COVID-19 e as prioridades da Comissão Europeia para 2019-2024”, centralizada na temática-mãe da União Europeia (UE), e promovida pelo Grupo de Filosofia da escola.

Segundo uma nota de imprensa remetida por Miguel A. Palma Costa, a palestra foi proferida pela CIED Madeira – Centro de Informação Europa Direct e teve por oradores  Marco Teles e Patrícia Serrão. Uma iniciativa dirigida a duas turmas do 12.º ano, uma dos Cursos Profissionais e outra do Curso de Ciências Socioeconómicas, em particular nas disciplinas de Área de Integração e Ciência Política.

Seguindo uma linha orientadora proposta pelos dinamizadores da ação, foram apresentados (e elucidados) os direitos dos cidadãos face às instituições da União Europeia, patentes na Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia (aprovada em 2000, posteriormente anexada ao Tratado de Lisboa), uma das vertentes mais desafiantes da política da União Europeia.

Seguidamente, foram exibidas, explicadas e debatidas as seis Orientações e Prioridades da Comissão Europeia para 2019-2024, anunciadas pela Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em julho de 2019, e que são: 1. O Pacto Ecológico Europeu (a Europa pretende ser o primeiro continente com impacto neuro no clima); 2. Uma Europa preparada para a era digital (a nova Estratégia Digital da UE que permitirá capacitar os cidadãos para uma nova geração de tecnologias); 3. Uma economia ao serviço das pessoa (a UE deseja criar um ambiente de investimento mais atrativo e um crescimento que crie empregos de qualidade, particularmente para os jovens e as pequenas empresas); 4. Uma Europa mais forte no mundo (a UE quer reforçar a sua voz no mundo, fazendo a defesa do multilateralismo); 5. Promoção do modo de vida europeu (é imperioso a Europa proteger o Estado de direito e defender a justiça e os seus valores fundamentais); 6. e um Novo impulso para a democracia europeia (ou seja, é chagada a hora de dar mais voz aos europeus e de proteger a nossa democracia de interferências externas, como a desinformação – fake news – e as mensagens de ódio em linha.