Na reunião realizada hoje com a Vice-Presidência, no âmbito da audição prévia para a preparação do orçamento da RAM para 2021 , o PCP apresentou um conjunto de preocupações com a actual situação económica e social “resultante de várias décadas de política de direita que promove a exploração e empobrecimento”, e que, diz, agora apresenta novos agravamentos devido aos efeitos do surto epidemiológico COVID-19.
“Defender postos de trabalho, criar emprego e valorizar salários e direitos dos trabalhadores; garantir um acréscimo de 7,5% ao salário mínimo nacional a praticar na Região; reforçar os serviços públicos na resposta às necessidades do povo da Região; garantir um complemento de 65 euros mensais regional de reforma para os pensionistas e reformados que auferem rendimentos inferiores ao salário mínimo nacional a praticar na Região; assegurar maior protecção social e mais justa distribuição da riqueza são alguns dos objectivos que pretendemos ver inscritos no Orçamento da Região para 2021, para inverter o rumo de exploração e empobrecimento que a política dos sucessivos Governos Regionais. tem imposto aos madeirenses e portossantenses”, referem os comunistas.
O PCP vai levar amanhã as suas preocupações com a pobreza e a situação social em geral, na RAM, ao bispo da Diocese do Funchal, D. Nuno Brás, pelas 15h, no Paço Episcopal, numa reunião a ter lugar a pedido do partido.
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