Cafôfo diz que o orçamento suplementar é o momento “chave” para interceder junto do Estado

O deputado socialista Paulo Cafôfo reconhece que o “aumento das despesas sociais terão um impacto muito grande nas finanças da Região, ainda para mais, com uma redução das receitas fiscais”, reafirmando a defesa que “terá de haver uma responsabilidade por parte do Governo Regional na negociação e na defesa dos melhores interesses da Madeira, mas também terá de haver uma solidariedade por parte do Governo da República”.

Paulo Cafôfo diz ser “fundamental  se possa salvar a economia, que se possa proteger os empregos e garantir a viabilidade das empresas”.

Sublinhou assim que o debate de concertação do Orçamento Suplementar será o “momento chave” para interceder junto do Estado em prol dos interesses da Região. “Digo defender a Região, não só naquilo que são as verbas que poderão vir para o Governo Regional, mas também para as autarquias da Madeira”, acrescentou.

Paulo Cafôfo destacou assim que “é muito importante que em sede de alteração de Orçamento sejam garantidas verbas para as Regiões Autónomas, mas também para as Câmaras Municipais da Região”

Carlos Pereira, deputado dop PS-M na Assembleia da República, também é de opnião que “é no quadro orçamental que se perspetiva alterações financeiras e, portanto, o compromisso que temos que assumir, e é nesse sentido, o de desenvolveremos todos os esforços no sentido de suspender a lei de finanças regionais e de permitir o endividamento que a Região precisa, dentro daquilo que é o mais adequado face a situação Covid”. O parlamentar defendeu ainda medidas complementares, como a extensão do lay off, ou um apoio extraordinário ao sector do Turismo.


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