O líder nacional do PSD acabou de confirmar que Portugal vai “entrar no estado de calamidade”, na sequência de um encontro com o primeiro-ministro e com os ministros da Saúde e da Economia. A decisão só será anunciada amanhã, por António Costa, mas Rio já adiantou o próximo estado do país depois de terminar o estado de emergência, a 2 de maio.
Rui Rio disse que, da parte do PSD, “não haverá problemas desde que não existam problemas do ponto de vista da constitucionalidade”, sendo que o governo garantiu que o entendimento que tem é o de que, juridicamente, as decisões ficam cobertas constitucionalmente. Rio tem dúvidas e remete para a Lei de Bases da Saúde, mas diz que como o governo garantiu, vai aguardar, embora afirme que as medidas que o governo quer adotar são razoáveis.
O presidente do PSD confirmou que a retoma será em três fases, duas em maio, a 4 e 18, e uma em junho, dia 1. O pequeno comércio já no dia 4 de maio.
Rio mostrou-se preocupado com a morosidade da chegada do dinheiro às empresas e com as dívidas do Estado aos fonecedores.
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