
O coordenador regional do Sindicato Democrático dos Enfermeiros de Portugal (SINDEPOR-Madeira), Evaristo Faria reagiu às declarações de um dirigente regional do Sindicato dos Professores sobre a resposta profissional em tempo de pandemia.
“Falemos mais uma vez de Profissionais de Saúde… É incompreensível que um responsável sindical duma classe que todos nós valorizamos como um dos Pilares da nossa sociedade, que são os Professores, venha a público de uma forma totalmente descontextualizada apresentar comentários totalmente despropositados, de vitimização de uma classe que ele pretende e devia representar, sem minimizar o trabalho daqueles que na linha da FRENTE dão a sua VIDA neste momento, na defesa da Saúde da nossa população”, refere em comunicado.
“Não somos melhores nem piores que outras classes mas neste momento coube-nos o ÓNUS da defesa da VIDA.
Revolta este tipo de comentários quando em plena crise Covid e quando muitos dos nossos profissionais, alguns VOLUNTÁRIOS (a quem desde já temos de louvar pela sua abnegação), outros no dever da sua missão, se encontram na linha da frente no seu exercício profissional correndo risco de vida. Muitos que nem a casa vão, com receio de provável contágio dos seus familiares”, argumenta.
Revolta este tipo de comentários quando em plena crise Covid e quando muitos dos nossos profissionais, alguns VOLUNTÁRIOS (a quem desde já temos de louvar pela sua abnegação), outros no dever da sua missão, se encontram na linha da frente no seu exercício profissional correndo risco de vida. Muitos que nem a casa vão, com receio de provável contágio dos seus familiares”, argumenta.
“A nós interessa-nos que TODOS fiquem em casa seja em trabalho seja sentados no sofá. Que sejam responsáveis nas suas atitudes de forma a não colocarem em RISCO os Profissionais de Saúde. Que sejam moderados no discurso e valorizem quem tenham de valorizar neste momento”.
“Aqui não existem Pseudo-mártires ou Madre Teresas de Calcutá. Aqui existem profissionais que lutam e que também desejariam de estar em casa se isso fosse possível. Não estamos aqui a desvalorizar o trabalho de ninguém mas não podemos aceitar discursos que incitam à revolta e mal estar entre classes. Esta não é altura de reivindicações Esta é altura de SALVAR VIDAS. E que cada qual no desempenho das suas funções de liderança tenha a atitude responsável que se exige a quem está na frente dos desígnios duma classe”, remata.
“Aqui não existem Pseudo-mártires ou Madre Teresas de Calcutá. Aqui existem profissionais que lutam e que também desejariam de estar em casa se isso fosse possível. Não estamos aqui a desvalorizar o trabalho de ninguém mas não podemos aceitar discursos que incitam à revolta e mal estar entre classes. Esta não é altura de reivindicações Esta é altura de SALVAR VIDAS. E que cada qual no desempenho das suas funções de liderança tenha a atitude responsável que se exige a quem está na frente dos desígnios duma classe”, remata.
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