Sindicato alerta para necessidade de rever o estatuto do Corpo de Polícia Florestal

foto de arquivo

A Delegação Regional da Madeira do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas pronuncia-se hoje em comunicado sobre a revisão do estatuto do Corpo de Polícia Florestal da RAM, referindo-se a uma nota informativa publicada no site do Governo Regional a 14 deste mês, referente às actividades realizadas pelo C.P.F no ano de 2019,
bem como os investimentos em meios e na requalificação de estruturas feitos pelo presente executivo.

Esta iniciativa é de louvar, considera o sindicato, pois é gratificante ver reconhecido o esforço destes profissionais que zelam pelo  património natural. Porém, alerta a instituição sindical, não pode ser esquecida a promessa feita para a revisão do actual estatuto do C.P.F, estatuto esse que” pouco dignifica esta importante carreira, sobretudo no que diz respeito à aposentação, às categorias e à escala remuneratória actualmente em vigor, que na nossa óptica é desadequada, devendo as remunerações reflectir o grau de responsabilidade e de exigência das funções atribuídas a cada elemento da Polícia Florestal. Desse modo é urgente a sua alteração, para um regime mais favorável ao trabalhador”.

“No estudo de soluções adequadas para um novo estatuto, não pode ser ignorado pela tutela o importante papel desempenhado pelo sindicato, peça crucial na criação de poder negocial para os trabalhadores e que possui uma visão mais concreta das reais necessidades do Corpo de Polícia Florestal. Por esse motivo, reivindicamos um novo modelo de estatuto do C.P.F ajustado
à realidade atual e às necessidades do serviço”, sublinha o Sindicato.


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