
A operação policial de fiscalização resultante da “cerca sanitária” na freguesia de Câmara de Lobos, que controla saídas e entradas de veículos e pessoas durante 14 dias, está a ser assegurada pela Polícia de Segurança Pública, que nesta fase não tem necessidade de apoio da outra força disponível para intervenção no terreno, a GNR.
Relativamente ao Exército, que se encontra de prevenção em contexto de “estado de emergência”, a atuação incidirá essencialmente no apoio às atividades de Proteção Civil e não propriamente da ação policial. No entanto, a pedido da própria Polícia de Segurança Pública, o Comando Operacional montou tendas, em Câmara de Lobos, para apoio aos agentes de serviço no local, uma ação que se resume a esse contexto e que nada tem a ver com uma eventual mobilização militar em curso como estratégia de combate à Covid-19.
Ainda que a intervenção dos militares esteja prevista em estado de emergência, a mesma só é convocada em caso de extrema necessidades, ao nível do apoio de controlo policial, sendo que o Exército, a Força Aérea e a Marinha têm desempenhado um papel relevante, no continente, na ajuda a famílias carenciadas e no controlo marítimo, além do transporte, através dos meios aéreos, de material de proteção para a Região, bem como de transporte da tripulação do navio da Marinha Portuguesa em serviço no Funchal.
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