O PCP veio hoje saudar os trabalhadores que, apesar do estado de Emergência, e dos riscos colocados pela pandemia provocada pelo COVID-19, continuam nos seus postos de trabalho, garantindo actividades fundamentais para que a vida prossiga em sociedade.
“É a força do trabalho e a dedicação de milhares de trabalhadores que garantem o andamento desta Região e que fazem com que o País avance”, sintetizam os comunistas.
“O PCP saúda os trabalhadores que diariamente vão para a rua, que diariamente não podem ficar em casa, resguardados em quarentena, nos mais diversos sectores de actividade, desde as farmácias até ao apoio domiciliário de pessoas mais dependentes, desde os trabalhadores que produzem o pão ao longo de cada dia, aos que efectuam a limpeza urbana, os transportes de passageiros e de mercadorias, todos os trabalhadores e trabalhadoras nos supermercados, nos lares de idosos, no sector da saúde, nos serviços de segurança, no socorro e protecção civil, a todos e a cada um deles o PCP saúda reconhecidamente pela importância política e social da força do trabalho e da sua natureza determinante para a vida colectiva”, refere um comunicado do partido.
O PCP alerta, por outro lado, para o facto de muitos trabalhadores nestas situações de maior pressão e tensão serem alvo, muitas vezes, “de acrescidas formas de exploração, em particular, nas situações de extrema precariedade”. O partido tem apontado situações concretas “em que muitos trabalhadores nesta Região Autónoma estão a exercer actividades especialmente marcadas por situações de elevado risco de infecção pelo COVID-19 sem que lhes estejam a se garantidos os equipamentos de protecção individual. Em muitas empresas e locais de trabalho não estão a ser assegurados os direitos e rendimentos dos trabalhadores, com agravamentos despoletados à boleia da pandemia”.
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