Estepilha – Um problema dos quiosques

Estepilha, logo agora que o Governo Regional tem vindo a revelar uma atitude assertiva nas medidas de restrição, com o presidente Miguel Albuquerque a fazer lembrar os seus “bons velhos tempos” de popularidade, vem esta coisa da venda dos jornais criar uma situação embaraçosa, num dia os quiosques fecham e jornais só em casa, no outro dia já podem abrir mas com cuidados nas entradas. Mas os quiosques já não tinham essas restrições? Andamos em casa isolados e os quiosques andaram a trabalhar sem plano e o alerta vem só nesta altura da crise? O Estepilha fica baralhado, até porque há já muito tempo foi possível ver distanciamento entre pessoas em alguns quiosques, outros nem dá para entrar. Ou terá sido a reação que abalou a sólida estrutura governamental, que não se lembrou de fazer os contactos necessários, seria suficiente fazer como faz para as notícias e evitava este “grão” na engrenagem.

O Estepilha até compreende e “sopraram” ao ouvido uma explicação, embora ninguém acredite nisso. Albuquerque não pensou bem no assunto e ainda bem que Calado, um homem de negócios, viu mais à frente e até pensou economicamente, no orçamento da Região, uma vez que não era de bom tom aplicar tanto dinheiro nos jornais (hoje de forma mais democrática, de grande valor, mas pelo menos para os dois) e depois “tirar o tapete nas vendas”. Quem protege não faz isso. Nem em pandemia se faz isso…

Mas nada disto é importante, apenas um momento para desanuviar esta carga emocional do isolamento social. O importante mesmo é o Governo manter todo o trabalho que tem feito, com as medidas adequadas em defesa da população. Com a comunicação que tem existido, com poucos precalços em tantos momentos. O objetivo deve ser, acima de tudo, a prevenção.

Todos temos um dever a cumprir, independentemente dos partidos e das religiões.

O Estepilha faz um apelo para que todos os que podem fiquem em casa. E não percam o sentido de humor…