Mais Porto Santo está preocupado com saída da Binter e pede “dinâmica reivindicativa” à Câmara e ao Governo

O Movimento Mais Porto Santo está preocupado com a decisão da Binter de “suspender “sine die” a ligação aérea entre a Madeira e o Porto Santo com o argumento das limitações criadas pela pandemia COVID-19”.

Uma informação do movimento de José António Castro lembra que “não é possível fazer reservas na plataforma da Binter até final de Maio o que não se compadece com as necessidades de mobilidade dos portossantenses que não querem ficar confinados aos horários das ligações marítimas.”

O Movimento pede que “o Governo da República, através da Secretaria de Estado das Infraestruturas, tome medidas urgentes quer seja através de um ajuste directo com outra companhia aérea quer seja através do recurso temporário à Força Aérea para assegurar o serviço”

Recorde-se que a Binter começou a operação a 5 de junho de 2018 (na altura por ajuste direto face à impugnação do concurso público internacional que havia ganho em Abril de 2018) mas, definitivamente a partir de 5 de dezembro de 2018, por um período de três anos.

O Mais Porto Santo pede “uma outra dinâmica reivindicativa quer da Câmara do Porto Santo quer da Secretaria Regional do Turismo e Cultura para que pressionem quer o Governo da República, quer a Binter, quer a Autoridade Nacional de Aviação Civil, quer a ANA para que seja encontrada uma solução” e pede ainda “uma clarificação relativamente aos portossantenses que, por via aérea, regressam à sua terra. A dúvida prende-se com a exigência de quarentena e face à constatação de terem sido suspensas as ligações da TAP entre o continente português e o Porto Santo.”

A dúvida é a seguinte: “um cidadão portossantense que chega ao aeroporto da Madeira tem de fazer quarentena na Madeira ou terá de meter-se no barco e começar a cumprir a quarentena no Porto Santo?”


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