Estepilha, podem dizer que as votações são dinâmicas, que os deputados eleitos pela Madeira não têm assento na comissão, são outros os que lá estão, também do PS, mas outros que não são da Madeira, por isso não têm os assuntos da Madeira “na ponta da língua”, podem dizer o que muito bem entenderem para justificar aquele “tiro no pé”, mas a verdade é que o PS andou às aranhas nesta reprovação/aprovação das alterações ao subsídio de mobilidade, por proposta do PSD-M, que neste caso específico articulou melhor a dialética partidária interna e conseguiu, “limpinho”, aprovar o que os madeirenses andam a pedir há muito tempo. Ponto final. Neste processo, nada a dizer.
Foi preciso esperar pela madrugada para que os deputados socialistas madeirenses “fizessem ver” à comissão de Orçamento e Finanças a sua posição relativamente à proposta. Ou seja, tinha havido voto contra do PS, mas os deputados do mesmo PS, eleitos pela Madeira, “fizeram ver” que estavam a favor e que assim não podia ser. Confuso, não é? Mas foi assim e pronto, não se fala mais nisso, esperando que este não seja o regresso aos “tiros nos pés”, bem caraterísticos de um certo passado.
Enquanto o Estepilha alinhavava este escrito, chegava a informação que o deputado da Iniciativa Liberal, que também tinha votado contra a alteração ao subsídio de mobilidade, ao lado do PS, tinha cometido um erro no meio de tanta proposta, umas para dizer sim, outras para dizer não, outras nem por isso. O voto contra, afinal, também era a favor.
Estepilha, é preciso alertar os partidos, vamos lá acertar esses passos. Até para a renovação não ser o regresso ao passado, como já aconteceu com outros, que também ainda “andam aos papéis” noutros assuntos.
Isto está ficando bonito, está…
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