Calado aponta Orçamento que reduz despesas de funcionamento e aumenta investimento na área social

O vice presidente do Governo Regional encerrou o debate sobre o Orçamento e Plano da Região para 2020 e disse que este documento vai ao encontro dos interesses dos madeirenses e visa a consolidação da justiça social e a consolidação económica, a devolução de rendimento para as famílias, foram 42 milhões de euros entre 2017 e 2020″.

Calado revela que o Governo Regional vai retomar o investimento público, falando no novo hospital e de outras obras em curso, como consolidação de escarpas, melhoria dos acessos rodoviários, entre outras.

Pedro Calado enumerou todas as “bandeiras” deste Governo, a redução no custo das creches, as bolsas de estudo, apoio em material escolar, habitação social, passes sociais, sub-23 que deveriam ser pagos pelo Governo da República e tem vindo a ser suportado pelo Governo Regional, mais verbas para a promoção da Madeira, na Economia com sistemas de incentivo às empresas, tudo isto acompanhado por números, os milhões que constam do Orçamento, com enfoque no facto de a taxa de IRC ser a mais baixa do País.

O vice do Governo de Albuquerque falou, ainda, a regularização das carreiras na Função Pública, o reforço do apoio às Pescas e à Agricultura. Também na Segurança e Proteção Civil, com a Região a assumir os custos do apoio aéreo. Na Saúde, com verbas para a recuperação de listas de espera. “Vamos tentar reduzir as listas e se se justificar esta verba poderá ser reforçada”. E disse mais: “Tudo isto num orçamento que reduz as despesas de funcionamento em 114 milhões de euros, que aumenta o investimento de 14 milhões na área social. Traduz a redução da carga fiscal das famílias e das empresas. Melhorámos as condições de vida dos madeirenses e portosantenses, apoiámos e incentivámos os empresários a fazerem mais e melhor”.

Calado lembrou, ainda, que vai arrancar este ano o novo Hospital “naquele que será um dos marcos mais importantes dos últimos anos, resultado da persistência do Governo Regional junto da República”.

E neste encerramento não faltaram críticas à oposição: “Esta oposição nunca saiu de onde estava. Fala e posa para a fotografia mas despida de competência e coerência. Uma oposição vazia e sem qualquer projeto credível, limita-se a reproduzir a cassete do faz de conta. O que importa é a fotografia”.