CMF vem justificar tratamento da situação de falta de água na zona do Pilar

A Câmara Municipal do Funchal veio esta noite, através de comunicado, “esclarecer a situação relacionada com um derrame de grande dimensão identificado ontem, dia 29 de Dezembro, na rede predial interna do Conjunto Habitacional Colinas do Pilar, na Azinhaga do Pilar, freguesia de Santo António”. Uma situação que gerpu grande desagrado junto dos moradores da zona, que se queixaram nas redes sociais de ficarem 24 horas sem água.
“Dada a dimensão do referido derrame, as habitações que se situavam abaixo deste conjunto habitacional foram afetadas na sua disponibilidade de água, face à pouca pressão disponível. Esta segunda-feira, dia 30 de dezembro, a CMF fez todas as diligências ao seu alcance no sentido de solucionar o problema em conjunto com a empresa de condomínio responsável pela manutenção do edifício, de modo a que esta pudesse reparar o derrame e repor a normalidade na pressão da rede de água local”, assegura-se no comunicado de imprensa.
“Dada a falta de disponibilidade demonstrada pela empresa em questão para resolver o derrame, a CMF localizou o ramal de entrada do edifício e procedeu à colocação de uma válvula de corte geral, a fim de limitar os problemas verificados ao conjunto habitacional em apreço. Paralelamente, foram desenvolvidos trabalhos no sentido de aumentar a pressão na rede local, visando salvaguardar o abastecimento de água em condições normais aos prédios circundantes”, assegura a autarquia.
A CMF diz ter decidido, por fim, “manter o abastecimento de água ao edifício em questão, apesar de o derrame interno ainda se encontrar por reparar, por entender que os respetivos moradores devem ser preservados, dentro do possível, de questões que terão posteriormente de ser assumidas pela empresa responsável pelo condomínio”.
A edilidade funchalense “agradece a compreensão dos consumidores ao longo deste processo e lamenta os incómodos causados nos últimos dois dias, sublinhando que foi feito tudo o que estava ao seu alcance para que esta situação, de foro privado, fosse resolvida tão prontamente quanto possível”.