
A poucos metros da Sé do Funchal, onde centenas de estudantes se preparavam para benzer as capas, as preocupações de outros madeirenses eram outras.
Ainda assim, foram poucos os que, em frente à Assembleia Regional, aderiram à 4.ª Greve Global pelo Futuro.
A manifestação, inspirada na activista sueca Greta Thunberg e cujo lema ficou popularizado por “Não há Planeta B”, acontece em 157 países do mundo interior e a Madeira não quis ficar atrás.
A ideia foi alertar para as consequências do aquecimento global, alterações climáticas e perda de biodiversidade no planeta.
Os manifestantes madeirenses empunharam cartazes com frases apelativas sobre a necessidade de preservar o planeta e travar o aquecimento global.
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