Padre jesuíta protagoniza conferência no Funchal no dia 22 sobre o que pensa a Igreja hoje em dia acerca da guerra, da paz e da violência

“Violência, Verdade e Tradição: o que se pode esperar da Igreja no séc. XXI?” é o título da conferência do jesuíta Francisco Mota, que será realizada na reitoria da Universidade da Madeira, no Colégio dos Jesuítas, a 22 Novembro às 18 horas. A conferência integra-se no âmbito das iniciativas paralelas à exposição dedicada aos 450 anos do Colégio dos Jesuítas, inaugurada no passado dia 18 de Outubro.

Francisco Mota é autor da obra “Da Catástrofe às Virtudes: a Crítica de Alasdair MacIntyre ao Liberalismo Emotivista”. A sua investigação “tem-se centrado nos últimos anos em temas de teoria política e de teoria moral, refere uma nota. Antes de regressar a Portugal estudou e viveu em Boston, em Londres, em Maputo e em Oxford. Trabalha actualmente em Lisboa, na abertura de um novo centro cultural ligado à Revista Brotéria. Nasceu em 1984 e é editor de Política do “Ponto SJ” (fonte: https://pontosj.pt/autor/francisco-mota-sj/).

Esta é uma iniciativa do Museu de Arte Sacra do Funchal, da Associação Académica da Madeira e da Igreja de São João Evangelista. O acesso é livre mas limitado à capacidade da sala.

Refere a sinopse da conferência que “a palavra que provavelmente mais une nos nossos dias a Igreja e o mundo político, empresarial, ou académico, é “Missão”. As organizações falam de Mission Statements, as escolas de Missão Pedagógica, as empresas da Missão do Líder Empresarial. A Igreja, como sempre, continua a falar da Missão que recebe à luz do Evangelho”.

Nesta palestra Francisco Mota promete abordar “três grandes temas que têm visto significativa evolução no seu entendimento ao longo das últimas décadas. O que pensa a Igreja hoje em dia sobre o tema da guerra, paz e violência? Como se pode educar nas virtudes – e em especial na relação com a verdade? E qual a melhor forma de pensar na tradição que recebemos à luz dos desafios do mundo moderno?”

Esta conferência insere-se na celebração dos 450 anos da chegada da Companhia de Jesus ao Funchal e “pretende ser uma oportunidade para reflectir e discutir sobre aquilo que se pode esperar da Igreja em pleno século XXI.”