O ex-presidente da SAD do União, Filipe Silva fala em “golpe de Estado” e “decadência” classificando de “vergonhoso” aquilo que se assistiu hoje na assembleia-geral da SAD. “Chega!”, disse.
À frente do União desde 2013, Filipe Silva deixa hoje a SAD sem nenhuma certeza no imediato. É que nem sequer estão garantidos os salários deste mês nem as viagens do próximo fim de semana. No imediato são precisos entre 200 a 300 mil euros.
A administração cessante colocava todas as fichas no novo investidor (que vinha pagando as contas nos últimos tempos), mas que foi hoje impedido de participar na assembleia-geral por o presidente, Estanislau Barros não reconhecê-lo como accionista.
Filipe Silva explicou aos jornalistas que o novo investidor estava legitimado pois subscreveu acções com base na deliberação da assembleia-geral de 20 de janeiro de 2019. Por isso não percebe como é que Estanislau Barros vedou a participação do representante do novo investidor.
Filipe Silva disse que os responsáveis pelo que se passou estão identificados, entre eles a atual presidente do CF União, o accionista António Lopes e o presidente da assembleia-geral, Estanislau Barros. “Feriram de morte o União”, disse
“É vergonhoso o que assistimos”, disse. Um “golpe” sem apresentar soluções financeiras que é o que a SAD do União mais precisa.
Por isso lava as mãos sobre o que acontecerá a partir de amanhã no que toca ao PER, aos salários e às dívidas à AT e à Segurança Social por parte do União com as quais estava a ser ensaiado um acordo extra-judicial.
Em jeito de despedida, disse que a administração cessante fez “autênticos milagres” pois alimentou duas bocas: O clube e a SAD.
E agradeceu todo o apoio do clã Aveiro, cuja face visível foi a marca do Museu CR7.
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