
A Madeira registou, no terceiro trimestre deste ano, uma taxa de desemprego de 6,9%, o mesmo valor verificado no trimestre anterior e uma baixa significativa relativamente ao trimestre homólogo de 2018 (-2,0%).
Em contrapartida, a Região está entre as cinco com a taxa superior à média nacional, que é de 6.1%. O arquipélago dos Açores vai à frente deste número negativo com 7,3%, seguindo-se Alentejo (7,0), Madeira (6,9), Norte (6,6) e Área Metropolitana de Lisboa (6,4). Melhor do que a média nacional estão Algarve (5,3) e Centro (6,1).
Relativamente a 2018, comparativamente com igual trimestre (3º), a taxa de desemprego aumentou no Alentejo (0,4 p.p.) e no Algarve (0,3 p.p.), tendo diminuído nas restantes regiões Os dois maiores decréscimos homólogos verificaram-se na Madeira (2,0 p.p.) e nos Açores (1,4 p.p.).
A taxa de desemprego nacional foi de 6,1%, atingindo o valor mais baixo da série iniciada em 2011. Aquele valor é inferior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) ao do trimestre anterior e em 0,6 p.p. ao do trimestre homólogo de 2018.
A população desempregada, no todo nacional, está estimada em 323,4 mil pessoas, diminuiu 1,5% (5,1 mil) em comparação com o trimestre anterior e 8,3% (29,3 mil) em relação ao 3.º trimestre de 2018.
Na população empregada (4 947,8 mil pessoas) foi observado um acréscimo trimestral de 0,6% (31,1 mil) e um acréscimo homólogo de 0,9% (45,0 mil).
A taxa de desemprego de jovens (15 a 24 anos) situou-se em 17,9%, tendo diminuído 0,2 p.p. em relação ao trimestre anterior e 2,1 p.p. relativamente ao homólogo. A proporção de desempregados à procura de emprego há 12 e mais meses (longa duração) foi estimada em 52,4%, menos 0,7 p.p. que no trimestre anterior e mais 2,4 p.p. que no homólogo.
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