Cafôfo afirma que num governo dirigido por si, ninguém será discriminado por ser de um partido diferente

Paulo Cafôfo garantiu hoje que, se for presidente do Governo Regional, o seu executivo “nunca discriminará seja quem for na Administração Pública Regional por ser de um partido diferente”. “O mérito e a competência serão os únicos critérios que serão considerados, sempre numa base de ética e transparência”, prometeu este candidato.

Cafôfo defendeu “uma maior proximidade das pessoas, com uma maior motivação dos funcionários e, acima de tudo, dar todas as condições para que as pessoas possam fazer o seu trabalho da melhor maneira”.

“Estar na Administração Pública significa ter um sentido de missão, de serviço aos cidadãos, procurando dar resposta às suas necessidades no tempo certo e da forma adequada. Para isso, precisamos de ter uma equipa motivada, escolhida com base na competência e mérito. É desta forma que entendo que a Administração Pública deve funcionar. Rejeito liminarmente que outros critérios, que não a competência, possam entrar na equação”, declarou.

Paulo Cafôfo desmentiu a “desinformação que possa ser posta a circular sobre a dispensa de funcionários devido à sua filiação partidária. A 22 de Setembro os madeirenses e porto-santenses vão tomar uma decisão sobre o futuro da Região. Se, como acreditamos, formos merecedores da confiança das pessoas, a partir do dia 23 de Setembro vamos trabalhar sem descanso para iniciar um novo ciclo de progresso na Madeira e no Porto Santo, no qual todos contam e ninguém fica para trás”.

O programa do PS relativamente à Administração Pública prevê um conjunto de medidas para dinamizar este sector. Destaque para a “reposição de incentivos aos recursos humanos; admissão de novos funcionários e a gestão integrada do número de trabalhadores no sector público”.

Uma aposta de Paulo Cafôfo para a Administração Pública é a “formação contínua e integrada dos funcionários, que terá em conta o perfil dos colaboradores e as necessidades dos serviços. Esta formação passa nomeadamente por protocolos com instituições de ensino superior. Igualmente importante é a revisão do regime da “requalificação” dos trabalhadores em funções públicas, em especial favorecendo um regime de mobilidade voluntária para outros serviços da Administração Pública com comprovadas necessidades de pessoal”.

“Sempre que necessário, deverá proceder-se à abertura de concursos de ingresso, sendo certo que iremos privilegiar o regime de mobilidade, promovendo assim a vontade e o sentimento motivacional dos recursos humanos existentes”, referiu Paulo Cafôfo.