“Esta Democracia tem de acabar”, diz o partido Chega no começo oficial da campanha para a assembleia legislativa regional que, “na realidade, já vai há mais de 2 anos, são 17 partidos que concorrem, os grandes, os médios, e os pequenos”.
Para o Chega, “os Grandes são os que durante mais de 40 anos fizeram a cama com os grupos económicos que na realidade é quem comanda os destinos da RAM (…) Os Médios são alguns partidos que nunca cresceram, por vários motivos, não tem um programa audaz, ideologicamente ultrapassados, mas insistem em existir, e sobretudo uma liderança fraca (…) Os Pequenos são compostos por aqueles que sempre o foram, marcadamente ideológicos de esquerda”.
Para o Chega “a Democracia está feita somente para uns e não para outros, começa pela não existência de um plafond máximo para as campanhas, (para poderem divulgar as suas ideias e o seu programa) no caso da RAM é bem o exemplo disso uns em 15 dias vão gastar quase 400 mil euros outros abaixo dos 1000 euros”.
Por outro lado, o partido acusa o governo da RAM de ser socialista pois “não valoriza as pessoas valoriza o estado, controla a seu belo prazer tudo e todos, mesmo os dissidentes”.
À luz do Chega, No dia 22 os eleitores terão duas escolhas: “ou continuar nesta lama, ou de uma vez por todas darmos a volta, dar a oportunidade a outros governarem. Temos de dar voz a gente com princípios de honestidade (…) no dia 22 não é os que são a favor da autonomia e dos que são contra a autonomia, conforme o partido do governo anda a apregoar, no dia 22 temos de sair de este colete de forças que nos esmaga, que está a destruir a região com o cimento, com um programa descontrolado, que nos estrangula financeiramente, Isto não é democracia”.
Para o partido “o Ferry não é rentável, as passagens aéreas são caras, as exportações são quase inexistentes (exceto a banana, que é paga aos produtores pelo valor que a europa subsidia), estamos no fundo de um poço sem fundo, tudo porque a classe politica absorve todo o dinheiro
disponível e o não disponibiliza recorrendo a empréstimos para pagar sabe-se lá quando. É por esta razão que o nível de vida dos Madeirenses é o mais baixo de Portugal e dos mais baixos da Europa”.
Emagrecer o poder do estado, retirar privilégios aos políticos é absolutamente necessário para que um dia a população madeirense viva e possa respirar. O estado tem de caminhar no sentido de distribuir riqueza e não de pôr mais impostos, ou fazer como o governo da república faz neste momento, anuncia uma baixa de impostos em letras grandes e no dia seguinte impõe outros impostos na calada. Temos de virar á direita sem dúvidas e sem os receios que durante anos
quiseram impor. Isto não é democracia, esta democracia tem de acabar, está podre. Temos de libertar a Madeira e Portugal”, remata.
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.




