Galeria Marca de Água promove na próxima sexta-feira uma visita orientada por Paulo Sérgio BEJu

A Galeria Marca de Água, na Rua da Carreira, promove na próxima sexta-feira pelas 16 horas uma visita à exposição “opapeldasárvores” do artista plástico madeirense Paulo Sérgio BEJu,  orientada pelo próprio.

A galeria dá conta de “larga afluência de público à exposição” pelo que a mesma será prolongada até ao próximo dia 12 de Setembro. Após uma interrupção para férias, a galeria reabriu, continuando com a exposição de Paulo Sérgio, que pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 10h30 às 13h00 e das 14h00 às 18h30, ou noutro dia e horário, mediante marcação prévia. A entrada é livre.

De acordo com Raquel Fraga, directora artística da Galeria, “cada vez mais o público tem vindo a aderir ao projecto curatorial da galeria, reconhecendo-o como projecto de referência, muito devido à programação de serviços educativos e à diversificação das iniciativas e oferta cultural da galeria. (…) Todos os eventos da galeria têm vindo a ter um carácter gratuito e entrada livre, respondendo à premissa de responsabilidade social desta galeria, actuando no sector e na comunidade em que se insere”.

Para o último trimestre do ano a instituição anuncia 3 novas exposições, 3 visitas orientadas, 1 oficina criativa de desenho, 1 tertúlia e a celebração de 1 protocolo de cooperação e novas parcerias, que serão reveladas brevemente.

A Marca de Água agradece a todos os visitantes, que marcam assiduamente presença nas exposições e participam nas actividades que organiza, pela promoção dos valores regionais.
A exposição de Paulo Sérgio BEJu reflecte sobre a existência de “uma familiaridade formal entre uma árvore e um corpo”.
“Penso que cada pessoa, também é uma árvore. Somos árvores no desencadear de uma poética que procuro trazer para a exposição.” afirma o artista no texto do catálogo da exposição.
 A exposição contempla seis dezenas de obras e ocupa os três andares da galeria.
Na autonomização da expressão gráfica deste projeto, o autor usa a representação do sistema circulatório e a sua ramificação, como metáfora poética, no pleno uso do discurso específico da arte contemporânea. Os espaços providos de uma “aura cenográfica” procuram assim provocar diferentes sensações, refere a galeria.
Hoje a galeria Marca de Água dá conta de ter recebido a visita de duas dezenas de utentes do Centro Comunitário e Espaço Sénior das Cruzes, tutela da SocioHabita Funchal.