Elogios aos empresários da construção civil e um pedido de reflexão ao povo sobre necessidade de “manter este ciclo”

Albuquerque Caminho do Pinheiro BAlbuquerque Pinheiro 4FB_IMG_1566510829375O presidente do Governo Regional esteve hoje presente na abertura do “Caminho Agrícola do Pinheiro”, entre os sítios do Carvalhal (freguesia dos Canhas, concelho da Ponta do Sol) e do Pinheiro (freguesia do Arco da Calheta, concelho da Calheta). Um cenário para Albuquerque elogiar e pedir aplausos ao “senhor Avelino e seus trabalhadores”, expressando nesse gesto o reconhecimento pelos empresários da construção civil, que considerou de “excelência”. E um pedido de reflexão ao povo, o ciclo é de crescimento e é preciso refletir sobre a necessidade de manter a linha de rumo.

Quanto ao novo caminho, tem uma extensão de 2688,80 metros, com quatro metros de largura de faixa de rodagem, tendo orçado os 1.437.709,00 euros, dos quais, 85% foram financiados pelo FEADER (1.222.052,65 euros), no âmbito do PRODERAM 2020, e 15% suportados pelo Orçamento da Região Autónoma da Madeira (215.656,35 euros).

Miguel Albuquerque louvou a atitude dos cidadãos que colaboraram para esta obra. Queria também agradecer a todos os trabalhadores do senhor Avelino, que continuam a ser trabalhadores excecionais. As empresas de construção civil da Madeira são empresas de excelência e os empresários da Madeira devem ser apoiados”.

O presidente do Governo voltou a lembrar a fase de crescimento económico da Madeira, já vai em 72 meses, considerando que esse ciclo positivo é fruto de confiança que está instalada no mercado, os privados estão a investir e os empresários têm fé na Madeira, o desemprego está a descer, criámos 18 mil postos de trabalho, somos a única região do país que baixou impostos para as famílias e para as empresas. E é importante refletirmos sobre a necessidade de mantermos este ciclo e esta linha de rumo”.

Para Miguel Albuquerque “o quadro essencial para o desenvolvimento contínuo da Madeira passa pela estabilidade política e social. Quanto existe instabilidade e insegurança, não existe ambiente de crescimento económico”. E promete que “o que está no programa do Governo é para concretizar na Legislatura. O que se pode fazer dizemos que podemos fazer. O que não podemos fazer, dizemos que não podemos fazer. Não é prometer gato por lebre”.