“Estamos aqui para ganhar as eleições, quem vai continuar a fazer a mudança da Madeira é o PSD”, garante Albuquerque

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“Vamos ganhar com uma maioria que nos vai permitir governar com estabilidade para todos os madeirenses e Porto-Santenses”.

apresentacaoListasPSDM20ago2Convicção é coisa que não falta ao líder do PSD-Madeira, que subiu ao palco para o comício do Pico dos Barcelos com todo o “regimento” social democrata disponível para a mobilização, incluindo Alberto João Jardim ao estilo dos “velhos tempos”. Miguel Albuquerque com o “vamos ganhar as eleições” apontou baterias para o empenhamento do PSD-M nas eleições de 22 de setembro, mas também a pensar nas eleições nacionais de 6 de outubro.

O que está em causa, disse, é também manter um Governo que continue a governar e a trabalhar em nome do desenvolvimento e da prosperidadde de todas as famílias da Madeira e do Porto Santo. Aponta para “uma vitória contra o centralismo de Lisboa e contra a instabilidade, a mentira e a demagogia daqueles que não querem nem representam o melhor para o futuro da Região”.

Na visão de Albuquerque “vamos ganhar com uma maioria que nos vai permitir governar com estabilidade para todos os madeirenses e Porto-Santenses”, garantindo que a luta do PSD/Madeira “é uma luta pela Autonomia. Pelos nossos direitos. Pelos Madeirenses e Porto-Santenses. Pela nossa liberdade. Uma luta em nome do direito à nossa emancipação e à nossa liberdade, enquanto povo”.

Autonomia que, referiu, “não é um conceito abstrato e representa a conquista mais importante do nosso povo, ao longo de toda a história”. Conquista que veio permitir que, pela primeira vez, os Madeirenses e Porto-Santenses vivessem em liberdade e tivessem o direito elementar de decidirem o seu próprio destino, de intervirem e de verem os seus recursos e dinheiros a serem reinvestidos na sua terra, algo que foi construído “por duas gerações Social-democratas e graças ao trabalho, esforço e suor dos Governos Social-democratas e dos madeirenses e Porto-Santenses”.

Num texto do gabinete de comunicação social democrata madeirense, lê-se que “olhando para a Bandeira da Região, Miguel Albuquerque disse mesmo que a Bandeira “tem um significado muito especial para todos aqueles que têm a sua terra no coração, significado esse que se chama liberdade” e que foi alcançado ao fim de séculos de exploração em que o povo Madeirense foi renegado para segundo plano, maltratado pelo poder colonial e subjugado aos interesses de Lisboa”.

“O que está em jogo é o futuro da Madeira, do progresso e do desenvolvimento e a necessidade de garantirmos, às novas gerações, aquilo a que elas têm direito”

Agradecendo ao Presidente Honorário, ao Secretário-geral e a todos os candidatos, Miguel Albuquerque fez questão de frisar que a lista que o seu partido apresenta às próximas Eleições Regionais é uma lista “de homens e mulheres livres, corajosos, que nunca tiveram qualquer complexo de serem madeirenses nem qualquer reverência ao poder de Lisboa”.

Sublinhando que o seu Governo “governou com seriedade ao longo dos últimos quatro anos” e apelando a que o povo olhe para esta realidade e decida em consciência, a 22 de setembro, Miguel Albuquerque lembrou as várias medidas implementadas pelo seu Executivo e fez questão de questionar, na ocasião e em sentido oposto a esta estabilidade, “qual será o futuro governo do PS na Madeira e se serão os radicais do bloco de esquerda ou o partido Comunista a fazer parte do próximo governo”.

Regionais 2019

Fez alusão à mudança que outros prometem, fez mesmo questão de afirmar que “quem vai continuar a fazer a mudança da Madeira é o PPD/PSD, o partido da Autonomia e não esta esquerda que esta apenas ao serviço do centralismo de Lisboa, reforçando que só os idiotas é que mudam para pior”.

“O povo madeirense é um povo inteligente, lúcido e que sabe escolher e por isso mesmo António Costa não só vai perder as eleições a 22 de setembro como vão perder a 6 de outubro”, rematou.