CDS Madeira apresenta manifesto de “responsabilidade e coerência”, não um “leilão de promessas”

CDS manifesto 2019
O manifesto do CDS Madeira aponta preocupações para impostos, economia, transportes (ferry e ligações aéreas), ambiente, saúde, solidariedade, educação, juventude, cultura, desporto e soberania.

O CDS apresentou esta sexta-feira o manifesto eleitoral com que espera convencer os madeirenses e porto-santenses a 22 de setembro de que é o partido com um “programa fazível”, feito com “responsabilidade e respeito pelos eleitores, com credibilidade e coerência” e não “um leilão de promessas”, disse o presidente da Comissão Política do CDS, Rui Barreto, que tinha a acompanhá-lo o secretário-geral do partido, Teófilo Cunha, e o presidente do Conselho Económico e Social do partido, José Manuel Rodrigues.

Foram 11 os setores mencionados – impostos, economia, transportes (ferry e ligações aéreas), ambiente, saúde, solidariedade, educação, juventude, cultura, desporto e soberania – que resultam dos contributos que o partido recebeu dos conferencistas independentes que intervieram nas 14 conferências realizadas no âmbito do projecto “Ouvir a Madeira – um problema, uma solução”.

“São propostas exequíveis e estão todas quantificadas do ponto de vista financeiro”, afirmou Rui Barreto. “Porque não prescindimos do respeito e da responsabilidade. Realizamos 14 conferências ao longo do ano, ouvimos os melhores nas diversas áreas, gente que nem sempre pensa como nós mas que se juntou a nós para ajudar-nos a fazer um programa responsável e exequível.”

Rui Barreto lembrou que o CDS foi o partido que mais propostas apresentou e viu aprovadas no Parlamento regional no decurso da legislatura (2015-2019), destacando a redução do custo dos passes sociais, a redução para 13% da taxa de IRC, a mais baixa do país, para as pequenas e médias empresa (80% do tecido empresarial madeirense) e a criação de um regime que prioriza a aquisição de produtos regionais e biológicos para a confeção de refeições nas escolas, hospitais e centros de dia para idosos.

“Este manifesto eleitoral do CDS é para cumprir em quatro anos e não em 100 dias”, disse José Manuel Rodrigues, presidente do Conselho Económico e Social do CDS, órgão que tem a responsabilidade de elaborar o programa de governo, numa directa às “100 medidas em 100 dias” apresentadas por Paulo Cafôfo. “É um programa elaborado tendo em consideração as condições financeiras da Região e do país, mas tendo sobretudo em consideração as necessidades das famílias e das empresas.”


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