O vice presidente da Câmara Municipal do Funchal considerou hoje, à margem das declarações resultantes da reunião da Autarquia, e reagindo às recomendações do Tribunal de Contas constantes no relatório ao endividamento da Câmara no período 2011-2014, garantiu que “desde 2014, esta Câmara tem procurado a transparência na gestão dos dinheiros públicos. Temos dado passos sólidos no rigor das contas e evitar que exista alguma opacidade na forma como gerimos dinheiros públicos. É muito importante que as pessoas percebam que o seu dinheiro está a ser aplicado de forma transparente. e isso, agora, está a ser feito”.
Miguel Gouveia diz que “folga em saber que nessa altura necessitavam de rigor contabilístico e melhor gestão. Tem sido esse o comportamento que temos vindo a adotar e as respostas a esse relatório foram precisamente nesse sentido de apresentar todas as medidas que temos vindo a tomar para evitar situações como as que aconteceram aquando da subscrição do PAEL, onde foram encontradas divergências ou mesmo nos contratos Swap, que foram feitos sem a devida autoridade de quem os subscreveu, não passando nem pela Câmara nem pela Assembleia. Queremos que isso, hoje, não aconteça. E para poder verificar os motivos que levaram o Tribunal de Contas a este relatório, terão que falar com os intervenientes à data”.
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