São Roque com domingo dedicado às flores e com concerto da Orquestra de Bandolins

São Roque viveu, neste domingo, o início da Festa da Flor 2019.

A Festa da Flor teve início em São Roque, como já é tradição. Aquela freguesia do Funchal voltou a dar o pontapé de saída para a  Festa da Flor na Madeira, este domingo, com a XVI edição Concurso de Artes Florais e com “um concerto memorável da
Orquestra Clássica de Bandolins da Madeira, num programa inserido nas comemorações do 440º aniversário organizado pela Junta de Freguesia local”, como refere nota da Junta.

O Concurso de Artes Florais, que tem vindo a crescer em qualidade e em quantidade de número de participantes e de visitantes, começou esta manhã, pelas 10h00, no Adro da Igreja de São Roque. “Participaram 10 casas do povo e contámos com a inscrição individual de 10 pessoas da freguesia”, contabilizou o presidente da Junta de Freguesia de São Roque.

Pedro Gomes, o presidente da Junta de Freguesia, explicou que em ambas as categorias os primeiros  classificados receberam este ano um prémio monetário de 150 euros. A Casa do Povo da Quinta Grande e a participante Vanessa Gouveia  arrecadaram os primeiros lugares nas categorias coletiva e individual,  respetivamente, depois de “alguma dificuldade do júri em determinar os  vencedores, uma vez que todos os trabalhos estavam excelentes”, confessou Pedro Gomes.

Ainda na categoria coletiva, o segundo lugar foi para a Casa do Povo de Gaula e o terceiro para a Casa do Povo do Imaculado Coração de Maria. Na categoria individual Maria José Sousa foi a segunda classificada e Sandra Freitas a terceira.

A atuação da Orquestra Clássica de Bandolins da Madeira, na Igreja Matriz de São Roque, sob a batuta do jovem maestro André Martins, de 25 anos, e sob o olhar atento da plateia, “foi outro dos pontos altos do evento. A Orquestra internacional centenária, que já atuou para a Rainha de Inglaterra, arrancou fortes aplausos ao longo de um concerto”, lê-se na mesam nota, acrescentando que “a surpresa do concerto surgiu no final do concerto, com um solo de
‘Hallelujah’ , pela voz de Micaela Nunes. Nas palavras de Pedro Gomes foi um concerto “sublime e memorável”, que leva o nome da freguesia e dos seus artistas a todo o mundo.
“Valorizar o património da freguesia de São Roque é mostrar aquilo que ela vale, e é isso que temos vindo a fazer e vamos continuar”, diz Pedro Gomes, referindo que a “vertente cultural” é uma aposta da Junta de Freguesia. “Temos essa preocupação, não só porque contribuiu para mostrar o que melhor existe em São Roque como também por ser um caminho para dinamizar e destacar outras áreas com o património ou a economia.”


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