
O presidente do Instituto de Administração de Saúde (IASAÚDE), que está a ser ouvido na comissão parlamentar de inquérito ao funcionamento da unidade de Medicina Nuclear do SESARAM, disse há pouco, respondendo ao deputado do CDS Lopes da Fonseca sobre o facto de só agora haver um processo contra o médico Rafael Macedo quando o Dr. Faria Nunes disse esta manhã ser recorrente a ausência do clínico no seu serviço, que “no período em que estive no SESARAM, sempre houve interesse em que a Medicina Nuclear funcionasse, de modo a que talvez se deixasse passar algumas situações”.
Herberto Jesus diz que “há muitas vítimas deste processo e não havia necessidade disto”.
O presidente do IASAÚDE reconheceu que não há fiscalização das entidades de saúde privadas da Região, só existem intervenções em caso de denúncia, admitindo que existe um departamento para o efeito, mas não há programa periódico para esse tipo de intervenção. Era humanamente impossível fazer um programa de vistoria periódica das entidades de saúde da Região”.
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