Idalina Perestrelo visitou Parque Ecológico realçando-o como “um exemplo de preservação da natureza”

A Câmara Municipal do Funchal assinalou hoje o Dia Mundial da Árvore e da Floresta, com uma visita da vereadora do Ambiente, Idalina Perestrelo, ao Parque Ecológico do Funchal, para acompanhar o programa de actividades que decorre no parque ao longo de todo o mês de Março.

A autarca salientou, na ocasião, o Parque Ecológico do Funchal como “um exemplo de preservação da natureza, reflexo do trabalho que tem sido desenvolvido ao longo de vários anos pela autarquia, de que é um excelente exemplo a reflorestação de 400 hectares que está neste momento em curso, num investimento de cerca de 1,4 milhões de euros.”

Idalina Perestrelo considerou, na ocasião, que o Parque Ecológico é “um espaço especial para a cidade do Funchal, que proporciona momentos únicos associados à natureza e ao património natural do concelho. É essencial estar informado para saber como proteger e conservar este nosso património, e é por isso que a CMF tem apostado tanto na sensibilização das várias faixas etárias, através da dinamização de actividades que potenciem a recuperação e protecção do parque natural do Município”, assegurou.

“Ao longo deste mês, e durante a Semana da Árvore em especial, teremos mais de mil participantes de 26 instituições a integrar as actividades de sensibilização e de conservação no Parque, uma prova de que o trabalho municipal está a ser bem feito, mas também de que há cada vez mais vontade de agir e participar”, avançou Idalina Perestrelo, recordando que “a autarquia está no terreno ao longo de todo o ano, com acções que vão desde a reflorestação, passando pela preparação das plantas em viveiro e pela limpeza de plantas invasoras, num trabalho integrado e bem planeado, que está a dar frutos.”

A vereadora alertou, por fim, para “a existência de zonas críticas que carecem de intervenção, nomeadamente no chamado Tampão Verde, que foi criado pelo Governo Regional na transição entre a malha urbana e a área florestal do Funchal. Estamos a falar de um investimento avultado do Governo Regional, mas que não teve consequência, porque temos, neste momento, centenas de hectares infestados por eucaliptos nesta zona, logo é impreterível a intervenção, reconvertendo-se estas áreas que são de extrema importância em termos de prevenção contra incêndios para a cidade do Funchal.”