Prédio da Insular de Moinhos, no rescaldo do grande incêndio de ontem: uma “carcaça” queimada sujeita a avaliação de riscos

Fotos: Rui Marote

O prédio da antiga Insular de Moinhos ainda esta manhã fumegava, após o grande incêndio de ontem à noite, que o devastou. Responsáveis camarários estiveram novamente hoje no local, e em breve está prevista uma visita acompanhada por técnicos do Laboratório Regional de Engenharia Civil, para avaliar da estabilidade do edifício. Também o proprietário do espaço, o empresário Avelino Farinha, deverá visitar o local para constatar o seu estado.

Entretanto, cumpre à Polícia Judiciária prosseguir investigações sobre as causas do sinistro, e avaliar se se tratou de fogo posto ou acidente. O caso é que no interior do prédio se encontravam vários indivíduos, aparentemente sem abrigo que ali se acoitavam, e que na sequência das labaredas que cresciam, se viram mesmo impossibilitados de sair pelo mesmo caminho por onde tinham entrado, o que obrigou a algumas complicadas manobras para evacuar pelo menos um desses indivíduos, que foi conduzido a uma ambulância para tratamento. Segundo se sabe, os indivíduos em questão foram ouvidos pela PSP.

Hoje ainda se verificava afluência de curiosos ao local, e significativa movimentação de bombeiros nas imediações de um prédio que, evidentemente, oferece risco de ruir e terá de ser cuidadosamente avaliado.


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