Escrever à mão, é uma invenção milenar que está em vias de extinção. Com mais de 3.500 anos, a escrita à mão foi testemunha de acordos internacionais e obras literárias que todos temos nas nossas bibliotecas e que tanto gostamos de ler.
Pois no dia 23 janeiro, celebrou-se o Dia da Escrita à Mão.
Escrever à mão desperta a parte criativa, impulsiona o pensamento e cultiva uma identidade ao texto impossível de desenvolver quando estamos em frente a um computador.
Num mundo dominado por mensagens de texto, e-mails e contacto virtual, a atenção sobre a escrita diminuiu significativamente. Habituamo-nos a escrever tudo num teclado, desde listas de compras a objetivos para um novo ano… se queremos rascunhar um texto, usamos as notas do telemóvel e acabamos por nem pôr como opção escrever numa folha de papel. Perdemos a prática do envio de cartas e são raros os post-its deixados no frigorífico.
A verdade é que, apesar da escrita ser uma parte essencial na formação de um indivíduo, não podemos contrariar os avanços tecnológicos, mas sim combater uma troca desnecessária e alertar para os benefícios da prática manual.
Fazendo parte integrante de um dos projetos Erasmus dinamizados pela escola que tem na sua base essencialmente a inclusão, a escola promoveu uma sensibilização intitulada “Como desenvolver a motricidade” destinada a pais/encarregados de educação e teve como preletora Ana Cristina Aveiro, terapeuta Ocupacional do Centro de Desenvolvimento que esta teve como objetivos: Reconhecer a importância da escrita à mão no desenvolvimento cognitivo das crianças; sensibilizar a comunidade educativa para a importância desta temática; e fornecer estratégias diversificadas para desenvolver a motricidade.
Foi promotora desta atividade a professora de Educação Especial, Paula Rodrigues.
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.





