Vereadora Madalena Nunes lembra 30 árvores abatidas na mata da Nazaré quando o PSD geria a Câmara do Funchal

A vereadora Madalena Nunes esclareceu hoje que a reestruturação orgânica da Autarquia, designadamente nas áreas do Urbanismo, da Fiscalização, da Ciência e da Educação, não refletiu “qualquer menor eficácia dos nossos serviços nem tão pouco menor transparência”. Esta posição foi assumida no âmbito das declarações sobre a reunião de Câmara do Funchal, focando ainda um outro assunto que se prende com o abate de árvores no Funchal, bem como os ajustes diretos da Câmara, alvo de críticas por parte do PSD.

A vereadora refere que no Funchal fizemos algum abate de ávores, não chegaram às duas dezenas, sempre na sequência de pareceres de peritos. E por razões que se prendem com a segurança das pessoas. Isto contrariamente ao que o PSD fez quando geria a Câmara, no tempo em que a Dra. Rubina Leal era vereadora. Por exemplo, na altura em que o PSD estava no Executivo da Câmara do Fucnhal, foram abatidas 30 árvores, só de uma vez, na mata da Nazaré. Nos Jardins de Santa Luzia, antes deles existirem, tinham ali muitas árvores que foram abatidas. Presentemente, na intervenção que está a ser feita na Quinta Magnólia, foram já abatidas árvores simbólicas para a cidade, mas não vemos a vereação do PSD preocupada com isso”.

Madalena Nunes rejeita as acusações do PSD relativamente a ajustes diretos, considerando que aqueles que existem, bem como todos os concursos, estão em conformidade com a lei. Acusa os vereadores “laranja” de fazerem política pelos jornais e não levantarem as questões no lugar próprio, na reunião de Câmara. Entregaram uma documentação, mas não colocaram as dúvidas que tinham na reunião”.