CDS denuncia problemas no cemitério de Câmara de Lobos

O CDS esteve hoje em Câmara de Lobos, para dizer que a capela do cemitério de Câmara de Lobos está encerrada desde Outubro do ano passado, devido a infiltrações de água pelo tecto. Desde então, as missas dos funerais realizam-se nas igrejas das paróquias, sendo depois o corpo transportado para o cemitério. A situação, afiançam os centristas, tem provocado críticas da população.

As obras na capela estão para avançar, mas ninguém sabe quando. Nem por quanto tempo. Entretanto, no mesmo cemitério, há obras de recuperação dos muros laterais. O CDS entende que a prioridade deveria ser a recuperação da capela mortuária. “O concelho tem cinco cemitérios e desses dois estão em obras, o do Estreito de Câmara de Lobos e o de Câmara de Lobos”, referiu o deputado Roberto Rodrigues. “No cemitério do Estreito, foi construída uma capela mortuária há sete anos, mas essa capela nunca abriu devido a um diferendo entre o empreiteiro e a Câmara Municipal, isso tem privado a população da referida capela. A situação no cemitério de Câmara de Lobos é um pouco diferente. Estão a fazer obras na parte exterior enquanto a capela está encerrada desde Outubro porque precisa de obras.”
O CDS garante que teria procedido de outra maneira. “Estamos de acordo com as intervenções nos cemitérios, mas temos aqui um problema de prioridades”, aponta Roberto Rodrigues. “A prioridade é resolver o problemas das infiltrações na capela mortuária, é isso que a população pede porque cria transtornos, quer aos familiares quer às pessoas que acompanham os funerais, quer ainda aos párocos das paróquias. E por isso o apelo do CDS é para que a Câmara se entenda com  o Governo Regional e resolva o problema da capela.”
Roberto Rodrigues fez-se acompanhar do presidente da concelhia do CDS de Câmara de Lobos, Amílcar Figueira.