O PTP reagiu hoje, em comunicado, a Victor Freitas, líder do grupo parlamentar socialista na Assembleia Legislativa Regional, o qual desafiou hoje os trabalhistas a se definirem, afirmando que o PTP estaria disponível para no futuro viabilizar um governo de direita.
“Victor Freitas deve-se preocupar com o seu partido e com as situações internas, entre elas destacamos o recuo autonómico e da ligação aos grandes grupos económicos da RAM, da discriminação e perseguição que o autarca do PS no Porto Moniz faz aos trabalhadores municipais”, refere a nota do PTP.
O partido afirma que a definição foi tomada em congresso em Abril de 2018, e é aos militantes que a direcção e os eleitos do PTP prestam contas.
“No II Congresso Regional do PTP ficou bem definido quem eram os nossos adversários políticos. Assim definimos que os seus opositores são todos aqueles que desenvolvem ou fomentam as políticas de direita”, esclarece o partido. Mas, “como o PS já definiu que para chegar ao poder deve copiar da pior forma as políticas jardinistas, não nos resta outro caminho que não seja equiparar esta direcção socialista a uma organização política de direita semelhante ao PSD”, raciocinam os trabalhistas.
Por essa razão a estratégia futura do PTP está bem definida: “lutará para que nem PS nem PSD sejam os senhorios supremos da Madeira”.
O comunicado conclui que não foi o PTP que se desviou dos interesses dos madeirenses, mas foi o PS que “se aliou aos monopólios jardinistas e ao poder central”.
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