A Escola Gonçalves Zarco e a UMAR, União de Mulheres Alternativa e Resposta, vão assinar um protocolo que visa desenvolver na escola o ProjectoART´THEMIS, jovens protagonistas na prevenção da Violência e na Igualdade de Género.
A iniciativa ocorrerá amanhã, dia 4 de Dezembro, terça-feira, pelas 10 horas, na sala de sessões, informa-nos o dito estabelecimento de ensuno.
O ART’THEMIS+ Jovens Protagonistas na Prevenção da Violência e na Igualdade de Género é um projecto que a UMAR está a realizar em parceria e com a subvenção da Secretaria de Estado para a Cidadania e Igualdade e da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG).
De acordo com a informação veiculada, o protocolo entre as duas entidades assume que a escola pode assumir-se, pela sua missão, como um local privilegiado para a aprendizagem e implementação de uma cultura de paz, contribuindo para a igualdade de direitos e oportunidades entre homens e mulheres. Uma acção educativa precoce, com base num programa de prevenção primária, prevê resultados práticos na mudança de valores, comportamentos e atitudes. Promover comportamentos que visem reduzir, ou mesmo erradicar, a violência de género e trabalhar a igualdade afigura-se como um processo educativo.
Define-se como principais objectivos sensibilizar, consciencializar e trabalhar com os alunos as temáticas referentes à igualdade e violência de género, promoção dos direitos humanos e padrões de violência nas redes sociais, individuais e grupais, refere uma nota de imprensa.
As sessões serão dinamizadas pelas técnicas e colaboradoras da UMAR, em regime de voluntariado, com o apoio dos professores das turmas envolvidas, conselho executivo e responsável pelo projecto Carta da Convivialidade da escola.
O projecto pretende, declaradamente, consciencializar e conscientizar as crianças e as/os jovens das múltiplas relações de poder e de violência no seio das relações interpessoais; identificar assuntos e comportamentos agressivos e provar que estes são ineficazes no desenvolvimento de uma relação saudável; mudar comportamentos no sentido em que as crianças e jovens encontrem estratégias e competências para interagir de forma mais assertiva sem recorrer à violência; e articular a problemática da violência nas suas múltiplas dimensões e variantes com as questões da realização da igualdade e dos direitos e com o reconhecimento da heterogeneidade social em todas as esferas da vida.
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