Depois do Hospital vem outra “luta” para evitar cortes de verbas da Europa

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Depois do novo Hospital, outro desígnio regional, as verbas do Quadro Comunitário 2127.

O Governo Regional completou hoje, através do Instituto de Desenvolvimento Empresarial (IDE), a atribuição de apoios de 60 milhões de euros às empresas regionais. Um momento considerado importante pelo presidente do Governo quando procedeu à entrega de 58 apoios no valor de 1,9 milhões de euros, sendo 284 mil euros de comparticipação do Orçamento da RAM e 1,61 euros comparticipados pela União Europeia.

Nesta cerimónia, Miguel Albuquerque voltou a abordar a “luz verde” da República para o novo hospital da Madeira, lembrando a “luta, a reivindicação desde 2015”. Todo este trabalho de “forçar o Estado a cumprir a sua obrigação, não totalmente poruq edeveria financiar a 100%, foi importante para concretizar o objetivo de construir o novo hospital. Agora, há novo desígnio regional, que é o novo Quadro Comunitário de Apoio 2127. É importante que a Madeira não perca apoios da União Europeia, que neste momento é mais solidária com a Região do que o próprio Estado português”.

O líder do Executivo Madeirense apontou o FEDER, o Fundo Social Europeu e o Fundo de Coesão comol fundamentais para o futuro, sendo que este último levou um corte substancial, no âmbito do QCA, de cerca de 45%. “É preciso lutar para que esse corte não tenha repercussões nas Regiões Ultraperiféricas, designadamente na Madeira, Porque o Fundo de Coesão é o alicerce de uma Europa mais igual.

Albuquerque revelou haver um outro problema com a proposta da Comissão, que passa a comparticipação nos projetos de 85 para 70 por cento, nas Regiões, obrigando estas a um esforço muito grande para acompanhar os projetos. É preciso que esta proposta seja alterada”.