“Não basta ficarmos indignados, continuarei a fazer a minha parte”, diz Francisco Oliveira em atitude cívica de protesto sobre a Binter

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“O vento estava a favor da Binter, como estão também todos aqueles que se calam”, diz Francisco Oliveira.
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Francisco Oliveira mostrou a “atitude cívica” de protesto face à operação da Binter. Na imagem, com a esposa Filomena Fernandes.
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Se a Binter não serve, então temos de a pôr daqui para fora e que venha quem responda às necessidades dos residentes e dos turistas”.

Francisco Oliveira, coordenador do Sindicato dos Professores da Madeira, não escondeu publicamente o seu protesto pela forma como a companhia aérea Binter está a desenvolver a operação de e para Porto Santo.

Uma atitude cívica, que expressa o pensar de muitos cidadãos, relativamente aos constantes cancelamentos e à falta de explicações plausíveis que possam, de algum modo, minimizar o sentimento que se começa a instalar na população da ilha, no que toca à Binter e às entidades políticas com responsabilidade na matéria, o sentimento de desrespeito.

Por isso, na sua página pessoal de Facebook, Francisco Oliveira coloca várias imagens relativas à sua forma de expressão pública sobre o assunto, empunhando um cartaz onde se pode ler “BINTER FORA DO PORTO SANTO”. diz no “post” da rede social que “não basta ficarmos indignados , temos de agir! Eu continuarei a fazer a minha parte não só mostrando publicamente a minha indignação, mas também lutando para que o Porto Santo seja tratado como merece. Se a Binter não serve, então temos de a pôr daqui para fora e que venha quem responda às necessidades dos residentes e dos turistas”.

Na mesma posição assumida na sua página, Francisco Oliveira diz que “gostava de ter mostrado o meu descontentamento aos pilotos, mas o vento estava a favor da Binter, como estão também todos aqueles que se calam. Se houver mais cancelamentos e se os governantes não resolverem, então temos de ser todos nós a fazê.lo. Em frente, porto-santenses”.

Francisco Oliveira, professor, está ligado ao Porto Santo há 22 anos. Foi para ali por opção, deu aulas e é residente na ilha, tal como toda a família, estando neste momento destacado para o desempenho dass funções de coordenador do Sindicato dos Professores.