Vítor Freitas enaltece obra social de Emanuel Câmara no Porto Moniz

O líder parlamentar do PS-Madeira, Vítor Freitas, reuniu hoje com Emanuel Câmara, presidente da Câmara Municipal do Porto Moniz. O deputado voltou a repetir as críticas feitas antes em São Vicente, acusando o Governo Regional de querer culpar o governo central por obras de recuperação das aluviões e outras catástrofes que não avançam. Na sequência da reunião com o edil, destacou o facto de a autarquia do Porto Moniz ter vindo a tomar uma série de iniciativas de cariz social. No âmbito dos apoios à natalidade, destacou o cheque farmácia no valor de 30 euros mensais que é atribuído às crianças que nascem no concelho. Por outro lado, no que concerne aos apoios à educação, a autarquia comparticipa as creches e jardins de infância em 50%, atribui manuais escolares desde o 1.º ao 12.º ano, atribui prémios de mérito e fornece transporte escolar, assegurou. Os estudantes universitários são apoiados com 150 euros mensais (1.500 euros anuais) e a edilidade procede ao reembolso de duas viagens aéreas anuais, com tecto máximo de 200 euros cada.

De destacar ainda os apoios aos idosos no valor de 10 euros por mês para a compra de medicamentos, bem como o facto de ter sido criado o Gabinete de Apoio ao Idoso. Saliente-se, ainda, a devolução do IRS variável às famílias, refere um comunicado do PS-M.

O presidente do grupo parlamentar do PS-Madeira acusou o Governo Regional ou de ser «incompetente» e não conseguir executar as obras de recuperação na sequência dos incêndios de 2016, ou de estar a adiar a execução das obras para depois culpar o Governo da República.

Criticou ainda as recentes declarações do secretário regional da Agricultura e Pescas, Humberto Vasconcelos, perante o descontentamento dos bananicultores.  Recorde-se que Humberto Vasconcelos ainda recentemente «desculpava-se com as questões burocráticas e a necessidade de instruir processos» para justificar os atrasos nos pagamentos aos bananicultores das indemnizações para compensar os estragos causados pela intempérie. «O Governo Regional sabia disso e sabe que esses processos levam algum tempo a instruir», disse.