“Aquilo que era da exclusiva responsabilidade da CMF ao longo deste processo está efetivamente feito ou em curso, nomeadamente a pré-consolidação imediata de seis escarpas do concelho, no valor de 1 milhão de euros, e a sua consolidação definitiva, que se encontra em fase de adjudicação, num investimento que ascende a 8,7 milhões de euros.”
Foi assim que a Câmara reagiu a acusações da CDU, segundo as quais “a CMF seria a responsável pelos atrasos nos processos de realojamento e reconstrução das habitações afetadas pelos incêndios de 2016 no Funchal”. A Autarquia refuta essa posição dos comunistas lembrando que “ficou definido, desde a primeira hora, que seria o Governo Regional a assumir, de forma integral, os processos de realojamento e reconstrução das habitações afetadas pelos incêndios”.
A CMF não é, por isso, nem nunca foi, “a entidade responsável por estes processos. Se existem, tal como refere a CDU, financiamentos nacionais disponíveis há bastante tempo pelo IHRU, pois a reconstrução não avança por inércia da única entidade que tem tutela sobre o processo, ou seja, do Governo Regional”.
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