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Superalimentos… Superfrutos….Somos inundados com estes termos e quando
damos por nós estamos a falar acerca de açaí da amazónia, bagas de goji,
chia, etc…
No top:
Abacate: rico em fibras e gorduras, é um dos “hit” do momento (o abacate
diferencia-se dos outros frutos por conter ácidos gordos monoinsaturados,
ácido oleico e ácidos gordos essenciais);
Açaí: A sua polpa parece possuir propriedades antioxidantes muito relevantes;
Beterraba: Apresenta elevado níveis de nitrato que são convertidos em óxido
nítrico no organismo, o que contribui para a diminuição da tensão arterial e
formação de coágulos;
Cacau: Com grande concentração de flavonóides, também associado à
diminuição da doença coronária, devido à redução da tensão arterial e aumento
da elasticidade dos vasos sanguíneos;
Mirtilos: Ricos em antocianinas, composto com capacidade antioxidade
(protege o organismo da ação dos radicais livres);
Romã: O seu sumo parece ter a capacidade de reduzir a tensão arterial em
curto prazo e o stress oxidativo;
Salmão: Possui grandes concentrações de ómega 3;
Sementes de chia ou de cânhamo, bagas de goji, maca, spirulina e chorela.
Romã: O seu sumo parece ter a capacidade de reduzir a tensão arterial em
curto prazo e o stress oxidativo;
Salmão: Possui grandes concentrações de ómega 3;
Sementes de chia ou de cânhamo, bagas de goji, maca, spirulina e chorela.
Mito ou realidade?
Há evidências do teor nutricional e antioxidante destes alimentos, mas também
há grande valor nutricional e riqueza em antioxidantes em alimentos
normais/domésticos (como amoras) sem termos de pagar valores exorbitantes
por frutos do outro lado do mundo!
Moda:
A nossa sociedade procura respostas e soluções rápidas, como se de um
ingrediente mágico se tratasse. Embora muito animador, na realidade não há
provas de que um único alimento, só por si, consiga prevenir doenças e
garantir um bom estado de saúde.
Como equilibrar tanta (des)informação:
As evidências científicas dizem-nos que uma dieta rica numa diversidade de
frutos, vegetais e grãos (tal como preconizado pela alimentação mediterrânica)
promove substancialmente a saúde. Mas não existem provas de que algum
alimento possa, só por si, providenciar benefícios significativos fora do contexto
de uma dieta saudável.
Comer de tudo, variando sempre!
O mais importante é fazer uma alimentação saudável, integrada num estilo de
vida saudável.
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