JPP visitou o Conservatório e quer novas condições para o mesmo, tanto a nível físico como curricular

O partido visitou na manhã de hoje o Conservatório/Escola Profissional das Artes da Madeira – Eng.º Luiz Perer Clode, com o objectivo de conhecer a oferta curricular da escola, e bem assim “as problemáticas que afligem os órgãos da Direcção”, conforme referiu a deputada Patrícia Spínola.

O Conservatório, como “marco da sociedade madeirense”, pratica “o ensino especializado, o ensino básico e secundário”, sendo uma referência a nível nacional, sendo o “único que integra o programa Erasmus +”. Além deste facto, são muitos os alunos que prosseguem os seus estudos, quer nacional quer internacionalmente, sendo autênticas referências, sublinha uma nota desta força política à comunicação social.

No entanto, no entender do “Juntos Pelo Povo”, o Conservatório “continua por resolver a situação do ensino dos cordofones madeirenses, uma situação que já se arrasta há algum tempo”. Isto nas palavras de Patrícia Spínola, a qual entende ter de ser resolvida “pelos alunos que querem dar continuidade à sua educação nesta área da música tradicional madeirense”.
O JPP espera que “seja aplicada também na Região a flexibilidade curricular”, podendo ser uma alternativa às questões da homologação que até então se colocam. Nesse sentido, o JPP “apela à sensibilidade do Governo Regional” comprometendo-se o grupo parlamentar a “propor iniciativas nesta matéria, para que seja valorizado o ensino dos cordofones madeirenses”.
Da visita realizada hoje, o JPP ressalva ainda a necessidade “de obras profundas no edifício, da responsabilidade da PATRIRAM”, embora o Conservatório tenha realizado algumas obras de conservação.

Esta é uma situação que pode ser constatada “a olho nu” necessitando o Conservatório de uma “intervenção abrangente e que dignifique este espaço” referiu a propósito a deputada do JPP. Actualmente, o curso “de dança e teatro foi transferido para um núcleo da Escola Profissional Francisco Fernandes pois este edifício não responde às necessidades”. Patrícia Spínola acha que a solução deveria passar por uma resposta criada de raiz, que respondesse às várias necessidades dos cursos leccionados, como sejam a acústica, os espaços, etc.