O projeto de voluntariado Banco de Afectos, da Escola Secundária Francisco Franco, vai participar numa sessão de Biodanza, ministrada por Énia Jardim no ginásio central da escola, no dia 6 de Junho das 14h às 15h. Todos os alunos-voluntários do projecto e professores coordenadores do mesmo foram convidados a participar neste evento, refere uma nota de imprensa.
Esta sessão de Biodanza, foi a forma original que a Fundação do Gil encontrou para premiar os alunos e demais intervenientes vencedores do concurso “Quem se importa” do ano anterior, e que este ano deram continuidade com o mesmo projecto, ao concorrerem novamente com o Banco de Afectos.
O concurso insere-se no projecto “Quem se importa” lançado no ano lectivo 16/17 pela Fundação do Gil num desafio às Escolas Secundárias da Região e que foi ampliado este ano também ao 3º ciclo do ensino básico. Este projecto, passa pelo visionamento de um filme com o mesmo nome, recomendado pela Unesco, que mostra o trabalho desenvolvido por 18 empreendedores sociais que já transformaram milhões de vidas. Duas delas são Prémios Nobel. Desta forma a Fundação do Gil desafiou a comunidade educativa a inspirar-se para criar e desenvolver actividades e projectos de Inovação e Empreendedorismo Social. “São histórias que inspiram pela simplicidade das soluções, pela eficácia de pequenas acções e ao mesmo tempo lançam sementes para futuras iniciativas de Cidadania e Empreendedorismo Social”, diz Helena Barata Alves, coordenadora regional da Fundação do Gil, que continua,
“Esta é uma forma de oferecer algo muito diferente a estes alunos que fizeram um trabalho extraordinário, esta sessão promove uma enorme coesão no grupo, o que é imprescindível para a sua continuidade”. Por seu lado, Énia Jardim, facilitadora oficial de Biodanza na Região, acrescenta que a prática desta disciplina promove uma integração da própria pessoa com o todo ao colocar a mesma em contacto consigo própria, descobrindo a sua identidade, aprendendo a sentir-se, a sentir o outro, a desenvolver o respeito pelo outro e a situar-se face à sociedade em que vive. Trás enormes benefícios quer do ponto de vista da saúde, da reeducação afectiva, quer pessoais de auto-estima e valorização pessoal. No continente a Biodanza cada vez mais está mais presente nas escolas, é essencial!”
“Com o Banco de Afectos, aprendemos que o afecto é essencial na nossa vida e ajuda a abrir o coração ao Outro, desenvolvendo a capacidade de amar, de dar sem medo ou julgamento, com honestidade e verdade no olhar. E nós como jovens voluntários da Escola Secundária Francisco Franco importamo-nos. Nós preocupamo-nos com todas as causas sociais que afectam a nossa ilha da Madeira. É com humildade que recebemos este prémio em forma de sessão de Biodanza que, certamente, promoverá o autoconhecimento e sentimento de dádiva”, diz por seu lado um dos alunos voluntários do projecto.
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