
A SIC acaba de dar conta que o juiz de Instrução, o madeirense Ivo Rosa, considerou que houve irregularidades na constituição de Manuel Pinho, ex-ministro da Economia do governo de José Sócrates como arguido e declarou sem efeito o termo de identidade e residência a que estava sujeito o ex-governante.
Tudo porque Pinho não tinha sido informado dos factos pelos quais era suspeito. Recorde-se que o seu advogado, Ricardo Sá Fernandes, tinha pedido a nulidade da constituição de arguido, precisamente com essas alegações.
Manuel Pinho é suspeito de ter alegadamente recebido verbas para favorecer a EDP.
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