O PPM-Madeira saúda o 1 de maio na esperança de melhores condições para os trabalhadores sejam do sector público ou do privado.
O dirigente João Noronha lamentou, em comunicado, “que os salários não acompanham o custo de vida e que o fosso salarial seja cada vez maior. Basta comparar os salários dos gestores públicos em comparação aos ordenados normais de um trabalhador dessas mesmas empresas”.
Para o PPM, o desemprego que muito se apregoa que está mais baixo, mas em que a emigração, pessoas que deixar de estar inscritas no centro de emprego e o cada vez maior trabalho precário que assola o nosso país, será certamente o responsável por essa descida. Muitos são os jovens que na procura do seu primeiro emprego sujeitam-se a trabalhos precários, com salários reduzidos em comparação ao trabalho efetuado.
Segundo o PPM “as diferenças no mundo laboral continuam a existir e a resistir, porque os governos não têm tido a coragem suficiente para equilibrar e oferecer melhores condições aos trabalhadores. Apesar da subida do ordenado mínimo que devemos reconhecer o esforço, ainda não chega para uma vida que se pretende com dignidade.”
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