
A festa de São Tiago Menor, o padroeiro da cidade do Funchal, foi comemorada esta manhã, 1 de Maio, mantendo-se uma tradição que se iniciou no primeiro quartel do século XVI.
O presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque voltou, este ano, à procissão.
Albuquerque relembrou a história que remonta aos anos de 1521 a 1523, quando a Madeira foi assolada por um surto de peste. Em consequência dessa situação, as autoridades reuniram-se na Sé do Funchal, com o objetivo de escolherem um santo que protegesse o povo.
A sorte recaiu em São Tiago Menor e, por essa razão, os “bordões” da vereação foram devotados ao Santo.
Durante muitos anos, a procissão percorria o itinerário entre a Sé e a igreja de Santa Maria Maior (Socorro) realizando-se agora com um itinerário mais curto, registando a participação de elementos da Câmara Municipal do Funchal, da Assembleia Regional, do Governo Regional, do Representante da República, das autoridades militares, do bispo do Funchal, bem como bombeiros, escuteiros e demais devotos de São Tiago.
No dia do trabalhador, Miguel Albuquerque manifestou o empenho do Executivo na recuperação da economia regional. Falou dos indicadores económicos e da baixa do desemprego.
Sobre o concurso da concessão da linha aérea para o Porto Santo, Miguel Albuquerque disse que não se pronuncia enquanto não tiver conhecimento do relatório final do júri.
Da parte do Governo Regional, o que fez foi o trabalho de casa, fazendo exigências ao nível do caderno de encargos, das operações, frequências e capacidade do aparelho.
Já o presidente da Câmara Municipal do Funchal, Paulo Cafôfo relembrou também a proteção de São Tiago Menor e assegurou que o Executivo está também a cuidar da cidade.
A recuperação urbana, a requalificação dos bairros sociais, a recuperação de escarpas, a atribuição de manuais escolas foram exemplos dados por Paulo Cafôfo no sentido de “cuidar da cidade”.
“Somos todos protetores da cidade”, disse.
Depois mostrou-se satisfeito pela participação de Miguel Albuquerque nesta cerimónia.
Sobre o dia do trabalhador, Paulo Cafôfo disse que a autarquia funchalense também tem programas de proteção aos trabalhadores, designadamente o programa de proteção em contexto de trabalho.
Reconhece a precaridade deste tipo de programas (um “penso”) mas ajudam quem nem sequer tinha trabalho nenhum.
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