Raimundo Quintal defende outro modelo de Festa da Flor, sem “flores importadas em marcha lenta”

foto arquivo

O ecologista e antigo vereador do Ambiente na CMF, Raimundo Quintal, defende outro modelo de Festa da Flor. No seu grupo no WhatsApp, o geógrafo considera que “os palcos mais valiosos da Festa da Flor da Madeira deveriam ser as quintas, os parques e os jardins, que surpreendem positivamente os visitantes exigentes e informados com uma enorme variedade de flores vivas de janeiro a dezembro”.

“Esta é minha opinião, bem diferente do modelo que privilegia a exibição de flores de corte, maioritariamente importadas, em marcha lenta na Avenida do Mar”, considera Raimundo Quintal.

E aproveita para elogiar a Quinta do Palheiro Ferreiro, uma das jóias da Ilha da Madeira.

“Começou a ser construída em 1804, por iniciativa do primeiro Conde de Carvalhal. Em 1885 foi comprada pela família Blandy, que ainda a mantém. Passei a última sexta-feira, primeiro de Maio, a observar muitas das cerca de setecentas espécies que povoam os jardins e a fazer registos fotográficos de plantas e recantos da Quinta, que associa uma extraordinária qualidade paisagística a uma excepcional riqueza botânica. Tomei a liberdade de partilhar duas dezenas de fotografias, com o objectivo de vos motivar para uma genuína Festa da Flor” conclui a publicação deste ambientalista no WhatsApp, onde tem muitos seguidores.


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