Concelhia do PSD-Funchal cerra fileiras com vista aos desafios eleitorais de 2019

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O I Encontro Concelhio do PSD/Funchal que decorreu hoje na Escola de Hotelaria e Turismo da Madeira “ultrapassou as espectativas”, contando com a presença de todos os órgãos representados, militantes, membros da sociedade civil e, ainda, antigos presidentes de Câmara e de Juntas de Freguesia, notou a presidente da Concelhia, Rubina Leal.

Segundo uma nota de imprensa hoje divulgada, o Secretário-geral do PSD/Madeira, Rui Abreu salientou que o “Partido [está] unido [depois das eleições autárquicas], como é demonstrativo deste encontro”. Ele que, juntamente com Rubina Leal, abriu este primeiro encontro, que visa acolher contributos de todos para “fazer uma oposição construtiva no Funchal” e para criar uma “solução alternativa e credível ao atual executivo do Funchal”.

Uma opinião reforçada por Rubina Leal: “Foi um encontro muito participativo. Estamos com uma grande força, com uma grande energia para os próximos desafios que aí vêm em 2019.”

Rui Abreu salientou que a união do Partido tem a ver sobretudo com o sentido de responsabilidade de cada militante, de cada simpatizante. “A união do Partido não se apregoa”, disse, continuando: “faz-se nas nossas ações diárias e no nosso trabalho”, disse, alertando que os egos têm que ser mais pequenos do que o Partido no seu todo. “Se todos agirmos desta forma o Partido estará unido em prol dos desafios que vamos enfrentar em 2019, que é o ano em que vamos disputar três eleições”, vincou.

Do Encontro Concelhio do Funchal saíram várias conclusões: a constatação do investimento feito pelo Governo Regional em todo o concelho; e o repúdio pelas declarações proferidas pelo Primeiro-ministro acerca da Madeira.

“São inúmeras as obras que têm sido executadas, nomeadamente os caminhos corta-fogo de proteção da Cidade, a requalificação e reabilitação de edifícios no centro do Funchal com grande valor cultural, como é o caso do Museu Vicentes, outras obras de grande relevância como é o caso do Pavilhão dos Trabalhadores, ou o Centro de Inclusão”, exemplificou a líder da concelhia, congratulando-se com a atuação do executivo de Miguel Albuquerque.

Falando sobre a postura de António Costa em relação à Madeira, Rubina Leal foi incisiva. “Não se pode admitir que pessoas com tanta responsabilidade no País possam virar portugueses contra portugueses”, disse, sublinhando o valor que Lisboa deve à Região Autónoma da Madeira. “São 120 milhões de euros que muita falta faz à nossa Região. E não podemos aceitar, de modo algum, que o senhor primeiro-ministro tenha aquela postura na Assembleia da República virando e acusando a Madeira do défice.”