Deputado Roberto Rodrigues defendeu CDS-Madeira “aberto a novos rumos”, ao invés de “sustentar um presente sem futuro”

*Com Rui Marote
A actual crise política no CDS-Madeira também parece estar a abrir espaço a ventos de mudança; a mesma foi comentada pelo deputado centrista Roberto Rodrigues na sua página do facebook, comparando a quantidade do que se escreveu sobre as recentes dissensões no seu partido, na comunicação social e nas redes sociais.
“De entre testes a eventuais acordos, a medições de popularidade ou de apoios internos e até externos, se escreveram escritos, se opinou ou se partilhou… Outros esgrimem posições, opiniões e argumentos a favor ou contra posições tomadas por A ou por B, quanto a eventuais irregularidades de eleição e funcionamento de Concelhias, inclusive existindo uma dose de humor que dá para todos os gostos ou desgostos… Tudo isto num único dia”, constata o parlamentar. Porém, aponta que se falou muito do CDS-Madeira, “sem que na prática este CDS tenha trazido questões ou propostas de real interesse para o comum Madeirense ou para a Madeira, mas sim assuntos do forum interno ou do interesse de alguns no CDS e que estes são assuntos que devem ficar dentro da sua Sede, ao que diria, estou de acordo!”, declarou.
“Mas uma coisa é certa”, reflecte; “Para bem ou para o mal, hoje ficou claro que passadas umas meras horas do turbilhão que se viveu na vida interna de um outro Partido com também legitimas aspirações de poder, que a partida teria todas e mais algumas das atenções mediáticas e inclusive “facebookianas” desta terra hoje [ontem] o facto é que não se deixou ou se relegou o CDS para segundo plano. É constatável que o que se passa no CDS-Madeira também tem interesse fora da Sede do CDS-Madeira, o que demonstra a importância e as expectativas quanto ao futuro do CDS e como este se preparará para enfrentar os futuros embates eleitorais, tendo a cabeça as Eleições Regionais de 2019″, afirma.
Para Roberto Rodrigues, “se pertencemos e queremos fazer parte de um futuro que pode ser realmente promissor para a nossa Madeira, temos de estar desprendidos, livres e abertos a novos rumos também na nossa casa, onde nem sempre a resposta está no regresso ao passado ou em sustentar um presente sem futuro”, admite.  “Participar e querer melhor é também uma opção e ai temos de dar o nosso contributo. É o nosso dever, só assim é que se constrói realmente mais democracia ao serviço dos Partidos e por consequência da nossa terra”.