Escola “da Levada” realiza no dia 11 um encontro inserido num projecto Erasmus a favor da inclusão de minorias

A 11 de Janeiro, pelas 10 horas, na sala de sessões da Escola Básica e Secundária Dr. Ângelo Augusto da Silva, realiza-se um encontro inserido no projecto ERASMUS – “TacklingEarlySchoolLeavingwith a focusontheInclusionofMinorities”.

O debate tem como tema “ Escola / Integração / Inclusão” e levanta a questão: “Que Escola Queremos para os Nossos Filhos?” , refere um comunicado daquele estabelecimento de ensino.

Entre outros participantes, marcará presença o secretário Regional de Educação, Jorge Carvalho.

O encontro abordará a problemática mundial da deslocação de povos, como consequência das situações politicas, económicas e sociais no século XXI.

Em todos os países participantes neste projecto decorrerão encontros em que se levanta a mesma questão, informam-nos.

O projecto prolongar-se-á até a 31-11-2019, e tem como país coordenador a Grécia.

São países parceiros no mesmo, Portugal (Escola B+S Dr. Ângelo Augusto da Silva, Madeira); Espanha (I.E.S. AntonioDomínguez Ortiz– Sevilha); França (Collège Victor Hugo– Narbonne); e Itália (Istituto d’IstruzioneSuperiore “F.S. Nitti”– Potenza).

O projecto debruça-se sobre as causas do abandono escolar precoce, um fenómeno complexo, cuja resolução na actual Europa multicultural é cada vez mais difícil e multidimensional pelo afluxo de refugiados, imigrantes com problemas financeiros e outros.

As escolas da parceria esperam ajudar todos os alunos a melhorar as suas relações interpessoais e a estimular a sua auto-estima, especialmente os alunos que pertencem a minorias e que dificilmente se integram nas comunidades locais.

“Para os alunos das minorias, há uma necessidade adicional de apoiá-los linguisticamente através de métodos de ensino de apoio, bem como evitar o comportamento racista, uma vez que suas habilidades linguísticas pobres geralmente resultam em marginalização e bullying, o que muitas vezes resulta em abandono escolar precoce”, é referido.

Neste sentido, estudantes e professores da Grécia, França, Espanha, Itália e Portugal interagirão de forma a moldar uma nova identidade europeia, familiarizar-se com outras culturas europeias e desenvolver suas habilidades linguísticas nas línguas da comunicação, nomeadamente o inglês e o francês.